O que é Permacultura?

Inicialmente criada para designar um processo de agricultura permanente – e que não agredisse a natureza –, a permacultura cresceu para algo ainda mais abrangente, e hoje diz respeito a qualquer sistema de escala humana: pode ser desde o processo de criação e administração de um jardim público a todo o ordenamento de um vilarejo. Todo modelo de permacultura pressupõe que seja socialmente justo e financeiramente viável.

Um projeto permacultural envolve planejar, implantar e manter de forma consciente sistemas produtivos que tenham diversidade, estabilidade e resistência como os ecossistemas naturais. Em suma, envolve não retirar da Terra mais do que se devolve à Terra.

A palavra foi usada pela primeira vez nos anos 70 nos estudos de dois ecologistas australianos, David Holmgren e Bill Mollison, e teve origem na expressão “permanent agriculture” (permaculture). Com seu caráter holístico, ela ultrapassou as barreiras da questão agrícola e passou a englobar todas as relações humanas em escala, passando a significar “permanent culture”. A sustentabilidade ecológica estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.

Bill Mollison resume a permacultura a uma posição filosófica. Para ele, “a única decisão verdadeiramente ética é cada um tomar para si a responsabilidade de sua própria existência e da dos filhos”, afirmou. E isso envolve montar e administrar assentamentos humanos integrando plantas, animais, construções num ambiente produtivo, harmônico e financeiramente sustentável.


Ao contrário do que pode parecer num primeiro momento, na permacultura não se abre mão de avanços tecnológicos, não há um desprezo pelo que há de ponta. A permacultura é usada hoje até mesmo em políticas empresariais.



Um processo completo de permacultura, independentemente da área em for aplicado, deve ter quatro regras: cuidar da terra, cuidar das pessoas, limitar o consumo e distribuir o excedente. Como modelo econômico, baseia-se diversidade e na cooperação, não na competição.

Andrés Bruzzone Comunicação

10 Maneiras de ajudar o Planeta!

Descobrir como diminuir os gases poluentes e tornar o planeta um lugar ecologicamente seguro e viável não é uma tarefa difícil. Pequenos gestos e a mudança de hábitos diários já fazem o resultado aparecer. Com ajuda da ONG Iniciativa Verde, veja 10 maneiras básicas de diminuir a emissão individual de gases que ampliam o efeito estufa (GEE):

Faça a sua parte e ajude nosso lar!

  1. Tem um carro? Cuide dele – e faça a manutenção do veículo. Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível, além de produzir 50% mais dióxido de carbono (CO2).
  2. Olho no pneu. Faça a calibragem a cada duas semanas pelo menos.
  3. Prefira veículos movidos a álcool ou os biocombustíveis. O álcool é uma fonte de energia renovável, ao contrário da gasolina, do diesel ou do gás.
  4. Em casa, substitua o ar-condicionado pelo ventilador.
  5. Não deixe muitos eletrodomésticos ligados ao mesmo tempo, principalmente se tiver mais de um para funções semelhantes, como geladeira e freezer.
  6. Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, que consomem cerca de três vezes menos energia e ainda podem durar até dez vezes mais. Ajuda também na redução da conta de luz.
  7. Não deixe luzes ou equipamentos ligados. Configure o computador, por exemplo, para que desligue seu monitor quando estiver em espera.
  8. Evite imprimir ou utilizar papel. Dê preferência ao e-mail e sempre que possível use papel reciclado. Separe papéis e papelão para reciclagem quando for descartá-los.
  9. Separe os materiais recicláveis, pois isso, alem de  reduzir a exploração de matéria-prima bruta, dispensa os gastos de energia e combustíveis fósseis no processo de fabricação e transporte.
  10. As árvores são importantes porque ajudam a absorver o CO2 da atmosfera, além de proporcionar sombra e amenizar a temperatura. Se plantadas perto de residências, por exemplo, elas ajudam a controlar o calor, que reduz o uso de condicionadores de ar ou ventiladores.

Portanto, plante árvores!

Fonte:

Andrés Bruzzone Comunicação

Energia Eólica em Iluminação Pública

Ceará desenvolve um modelo de geração de energia eólica para iluminação pública, um poste alimentado por energia eólica e solar que pode economizar até R$ 21 mil por km de ruas.

Um equipamento inusitado vem chamando bastante a atenção dos cearenses. Ao passar pelas ruas próximas ao Palácio de Iracema, sede do governo estadual, as pessoas se deparam com um miniavião pousado sobre alguns postes do local.projeto de uso de energia sustentável por políticas públicas. Por trás da ideia está um revolucionário

De acordo com dados da agência de notícias Ambiente e Energia, o poste hibridoFernando Ximenes, da Gram Eollic, com o intuito de racionar e, mais importante, gerar energia eólica e solar. com avião foi desenvolvido pelo empresário cearense


Batizado de Produtor Independente de Energia (PIE), o poste híbrido tem modelos com 12 e 18 metros de altura e funciona com o avião feito de fibra de carbono e alumínio especial. As asas do pequeno avião sobre os postes têm placas com células de captação de energia solar; já as hélices da aeronave servem para coletar a energia dos ventos.

Desta forma, o avião fica acoplado no topo dos postes e capta energia eólica e solar que é transferida para uma bateria instalada pouco abaixo, no poste. A energia armazenada dá autonomia de até 70 horas. A iniciativa pode gerar uma economia de até R$ 21 mil, por quilômetro de vias iluminadas com o modelo.

Taí uma coisa boa, que gostaria de ter no Sitio!

Abraços!

Cousteau mergulhando em Porto Alegre

Uma viagem de imersão na natureza, partindo da Amazônia até mostrar os recifes de corais e a dança das baleias. Várias imagens ilustraram a conferência Jean-Michel Cousteau, realizada nesta segunda-feira, 05 de julho, no Salão de Atos da UFRGS. Filho mais velho do ambientalista Jacques Cousteau,ele veio a Porto Alegre para participar do Fronteiras do Pensamento. O evento teve apresentação e mediação de Lara Lutzenberger,filha do ecologista José Lutzenberger e atual presidente da Fundação Gaia.



“Sempre tive um grande interesse pelas raízes dos oceanos” afirma Jean-Michel no início da sua fala. Raízes que, quando a Terra é vista de longe, predominam entre todas as imagens da paisagem continental captadas pelos satélites. Entre elas, ele destaca a Bacia Hidrográfica do Amazonas, responsável por 20% da água doce que chega aos mares do Planeta.

Para Jean-Michel há apenas um único oceano: “do alto não existem limites territoriais, muito menos fronteiras aquáticas, tudo faz parte do todo interligado”. Simples ações humanas como esquiar ou tomar um copo d’água interferem no sistema hidrológico, que inclui a água em distintas manifestações e estados físicos.

Origens da Biodiversidade

Entre 1981 e 1983, a família Cousteau dedicou-se à maior raiz oceânica, conhecendo características e peculiaridades do seu entorno. “Dos vinte meses que ficamos na Amazônia, minha mãe permaneceu 10 meses vivendo em um barco.” Os 55 pesquisadores que formaram a equipe trabalharam em três expedições diferentes. Coube ao grupo de Jean subir aos Andes, no Peru, chegando às nascentes do grande rio.


No percurso, foi constatado uma das causas de mortalidade nos mares. O mau uso da terra, descoberta de vegetação e exposta às intempéries do sol e da chuva, ocasiona a erosão que carrega o solo até o nível mais baixo do terreno, onde estão geralmente córregos e rios. Esta água, agora turva, quando chega aos oceanos destrói a vida marinha por impedir que a energia solar chegue a vários seres, como os formadores de recifes de corais.

Compartilhando informações com o INPA, Instituto Nacional de Pesquisas Amazônicas, a família Cousteau descobriu que em 1983 estavam catalogadas 250 espécies de peixes. “Hoje voltando lá, para nossa alegria, o INPA ainda existe e o número registrado cresceu para cinco mil espécies, quantidade muito maior do que existe em todo Oceano Atlântico, desde a Antártica até o Ártico”.


Segundo Cousteau, uma das origens da riqueza das diferentes formas de vida na Amazônia está na movimentação dos continentes. Quando a América do Sul já possuía o design atual, no Mioceno, os rios do Norte corriam em direção ao noroeste. Há 15 milhões de anos, lagoas e lagunas riquíssimos em flora e fauna de águas quentes, surgiram junto à foz desses rios e alastraram-se continente adentro. Esta dinâmica das águas, graças a um clima quente e úmido que elevou o nível do mar, tomou outro rumo quando surgiram as montanhas do Oeste. As águas continentais rumaram ao Atlântico, formando o rio Amazonas, e ajudaram a preservar a fauna aquática, banida dos mares quentes devido aos períodos glaciais de épocas posteriores.

Mudança climática

Diferente do que acontece hoje, ao longo da história da Terra, as alterações na temperatura e no nível do mar ocorreram em milhares e milhões de anos. “Entendo que não conseguimos mais reciclar o impacto que provocamos no planeta, acelerando muito os processos naturais. Temos responsabilidade direta principalmente no que vai acontecer nas próximas décadas.”

Para Cousteau, as pessoas que vivem nas regiões costeiras mais planas terão que morar em outros locais e “não estamos preparados para essa mudança”. Muitos habitantes insulares do Pacífico Sul já saíam de onde viviam, pois além do aumento do nível do mar, o aquecimento da água disponibiliza maior energia à atmosfera tornando as tempestades maiores e mais intensas.


“As temperaturas de hoje são semelhantes às do Plioceno, há três milhões de anos, quando o nível do mar estava dez metros acima do atual”. Um grande aporte de água doce que chega aos oceanos vem das geleiras, cuja diminuição serve de alerta e compromete o abastecimento dos grupos humanos que vivem próximos às montanhas. A cidade de Lima, com três milhões de pessoas, utiliza a água dos Andes não só para consumo, mas também para obter energia elétrica.

A expressão aquecimento global, segundo Jean-Michel, está incorreta, pois algumas partes do planeta irão apresentar temperaturas mais baixas do que as atuais. Tornando a Terra mais inóspita à vida, devido aos contrastes e à intensificação dos fenômenos meteorológicos, as mudanças climáticas também podem ser atenuadas, conforme acredita ele, se as pessoas mudarem seus hábitos comportamentais.

Atitude sustentável

“Precisamos entender a natureza para gerenciá-la de uma maneira sustentável” enfatiza Jean-Michel. Ao conhecer a relação de interdependência dos sistemas terrestres: “as raízes dos oceanos” com os aquáticos, surge um comprometimento maior com a preservação dos recursos naturais. “Se eu conheço o fundo de um rio e me encanto com ele, quero vê-lo vivo e recuperado. E, sinceramente, o lugar que mais gosto de estar na Amazônia é embaixo d’água, pois lá não tem mosquitos e nem aves que atacam”.


Tartarugas que parecem folhas, jacarés e anacondas foram companheiras de mergulho do pesquisador como ele mesmo mostrou nas imagens sobre a Amazônia. “Sempre desconfiei que os jacarés não atacassem quando estão mergulhados na água, pois se abrissem a boca poderiam se afogar. Mandei minha filha chegar perto de um deles, para conferir, e realmente minha idéia estava correta”.

Essa imersão na natureza, prática de Jacques Cousteau ao longo da sua vida repassada aos filhos e admiradores, também foi pregada nas terras e águas gaúchas por José Lutzenberger no decorrer de sua vida. “As experiências de contato permitem desconstruir mitos e mudar nossas atitudes. O mergulho com os jacarés mostra que muitos animais considedos perigosos têm pelos seres humanos indiferença ou um temor ainda maior” comenta Lara Lutzenberger. “Para a preservação, o que faz a diferença é o vínculo, a experiência de apaixonar-se para proteger os seres que formam a unidade neste lindo planeta tão bem representado nas imagens trazidas por Cousteau.”

Nos comentários finais, Jean-Michel e Lara defenderam atitudes cotidianas que podem fazer a diferença. “Desde pequeno, minha mãe usava uma sacola para ir às compras. Agora, quando vou à casa materna, na França, a mesma sacola ainda está pendurada na porta e sou eu quem a leva ao mercado.” Outro gesto que pode salvar a vida das tartarugas, que confundem das sacolas plásticas com águas-vivas, é dar um destino apropriado aos resíduos largados na areia. “Quando vou a Torres, costumo recolher o lixo da praia, atitude que gera curiosidade e faz algumas pessoas aderirem à essa campanha simples e eficaz”, comenta Lara.

Fonte:

Site Pelo Planeta e Fundação Gaia
Sede Rural: Rincão Gaia
Pantano Grande – Rio Grande do Sul – BR
fone: 51-9725-3685 / 51-9725-3686

http://www.fgaia.org.br

email: sede@fgaia.org.br

Ministra Salva Polônia da Gripe A

O Conselho da Europa elogiou a ministra da Saúde da Polônia Ewa Kopacz por sua estratégia contra o vírus da gripe suína.

O Comitê de Assuntos Sociais, de Saúde e da Família disse que a decisão do Ministério da Saúde para não ordenar as vacinas contra H1N1 estava correta, apesar da pressão das companhias farmacêuticas e organizações de saúde.


Ewa Kopacz (na foto), foi a Paris para explicar a resposta de seu governo para com o vírus da gripe, para a qual a Organização Mundial da Saúde previu (erroneamente) que faria explodir uma grande pandemia em toda a Europa. Ewa disse que a Polônia havia considerado comprar uma vacina anti-gripal, mas os termos propostos pelas empresas farmacêuticas eram inaceitáveis.

A ministra da Saúde da Polónia disse que, graças à estratégia de contra a gripe suína adotada na Polónia, menos casos fatais do vírus foram relatados e que o vírus era menos virulento do que em outros países.

Paul Flynn, que escreveu o relatório do Conselho da Europa, chamou a decisão “um ato de coragem” e salientou que outros países gastaram milhões de euros em vacinas.

Ex-chefe da Cruz Vermelha Francesa Prof. Marc Gentilini disse que a Polônia pode servir como um exemplo de como lidar com a ameaça de uma pandemia de H1N1.


A decisão do Ministério da Saúde de não comprar vacinas contra a gripe foi muito criticada na Polônia durante o surto. Ombudsman Janusz Kochanowski até mesmo ameaçou processar Ewa Kopacz sobre a política do governo.

Fontes:
The News: Poland praised for anti-swine flu strategy

Plantio C&A Eco no TerraZen

A  loja C&A, durante os dias 22 e 23 de Junho, enviou suas equipes de colaboradores para efetivar o plantio das 1000 mudas do Primeiro Projeto Carbon Free da C&A Eco


As equipes vieram motivadas, conscientes de seu papel dentro do processo de reflorestamento das áreas projetadas e bem orientadas pelo ecologista sr. Adolfo Müller, que semanas antes, palestrou e organizou as equipes junto com a diretoria da Loja C&A, muito bem representada pelo sr. Alexis Falkenbach.


As equipes são um capítulo a parte, divertidíssimos, motivados, atuantes, educados e, principalmente, querendo fazer a diferença.


Chegaram brincando e fazendo registros fotográficos, receberam as atividades como desafios positivos e durante os dias que estiveram no sitio, foram disponíveis e presentes.

Vejam as fotos e desfrutem dos momentos ensolarados do plantio da C&A Eco, muito Obrigado a todos os envolvidos neste Projeto de amor a Natureza!

Assista aos Videos no TerraZen Tv!

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